Uma solteirona resoluta de vinte e cinco anos, Abigail Weston, está
determinada em ver a irmã mais nova casada com um homem Bem. Contudo, a
sua falta de experiência com o sexo oposto impede-a de apaziguar os
medos da irmã em relação à noute de núpcias ¿ a não ser que se atreva a
dar um passo arriscado de forma a aprender o que a intimidade entre um
homem e uma mulher implica. No entanto, o único homem em Londres
qualificado para ensiná-la, desperta-lhe uma atenção que ela nunca
esperou ¿ experimentar todos os suspiros de prazer por si própria...
James Stevens ¿ rico, imoral e tremendamente aborrecido com a sociedade
londrina ¿ acredita que nada é capaz de chocá-lo. Apesar de o pedido de
Abigail pela explicação verbal dos prazeres da carne ser um pouco
surpreendente, o que o deixa realmente espantado é a sua reacção
poderosa em relação à inocência e beleza dela. Uma química sexual entre
eles faz com que surja um êxtase carnal, e nada mais arruinaria para
sempre Abigail. Pela primeira vez na vida, James suspeita que o simples
contacto físico empalidece o amor verdadeiro...
A minha opinião:
Gosto da causa nobre qu motiva a personagem principal feminina desta história.
Abrilgail, solteirona de 25 anos, completa ingénua sobre os assuntos do foro íntimo, procura em James, conhecido em toda Londres pela sua conduta devassa e despreocupada, a sua fonte de informação para lhe ensinar tudo sobre o que espera na noite de núpcias. Deste modo, pode transmitir a informação à sua irmã mais nova e descansa-la sobre o que deve esperar pós casamento.
Tornam-se cómicas as dúvidas de Abigail, temos de nos relembrar que esta história se passa numa época de Ladys e Lords, em que as senhoras da alta sociedade viviam protegidas (e ignorantes) sob a tutela dos pais e irmãos mais velhos até ao casamento e mesmo depois, passam para a alçada dos maridos, raramente escolhidos para seu agrado mas para satisfazer a família ou fortalecer laços económicos.
Abigail e James são quase instantaneamente atraídos um pelo outro e embarcam numa aventura secreta, que sabemos ser a receita para o desastre.
Gostei da história, penso como seria fazer reset e começar de novo, a aprender tudo do principio (de preferência com um bom professor!). Os diálogos entre eles, especialmente em momentos íntimos são o ponto alto do livro, assim como a família de James, tudo ingrediente para um bom filme, já que a componente do sexo é forte mas não chave neste livro.
Mais um que ato a fitinha no fim da leitura. Já falta pouco para ter a colecção inteira.
"Com que então, não só me tornei uma devassa, como uma bêbada. Tem um efeito fascinante em mim, Mister Stevens"
...
"Alguns maus hábitos nunca fizeram mal a ninguém. Tornam a pessoa mais interessante"
Satisfação sexual...
Os dez anos como escravo sexual num bordel turco fizeram com que Lorde Valentin Sokorvsky tivesse um insaciável apetite sexual. Agora, chegou a hora de casar, mas encontrar uma mulher que consiga satisfazer os seus luxuriosos desejos representa um autêntico desafio para ele... Até que conhece Sara e tudo em que consegue pensar é em tê-la sob o seu corpo viril, suplicando-lhe que o saboreie e o acaricie.
Sedução sensual...
Sara Harrison sabe que deveria ficar escandalizada e assombrada pelos atrevidos avanços de Lorde Sokorvsky, mas, ao invés, sente-se secretamente excitada e atraída por aquele homem sensual e sedutor. Escondida atrás da sua calma e das suas maneiras requintadas, encontra- se uma mulher sensual que deseja as carícias íntimas de um homem e anseia ser educada na arte da sensualidade para dar e receber prazer e sucumbir a um louco desejo que não conhece limites.
A minha
Opinião:
Quando o livro saiu, lembro-me de ter lido a sinopse e ficar curiosa. Sabia que era um livro que me ia agradar e não me enganei.
Senhores da Quinta Essência, acertaram na capa com toda a certeza e na escolha dos autores para esta colecção que quero, com toda a certeza, ter do 1º ao último volume.
Kate Pearce, malandra, sabe o que escreve e eu dei por mim, nada chocada com o que li. Durante os dias pensei se devia ou não publicar a minha opinião sobre os livros eróticos que leio mas cheguei à conclusão que quero pouco saber o que isso diz de mim.
Leio livros eróticos, porno e tudo mais E GOSTO!
Gosto de os ler nos comboios e no metro porque ainda existem abelhudos e abelhudas que gostam de meter o nariz no que os outros estão a ler.
Gosto porque fico sempre a saber qualquer coisa nova e conhecimento nunca fez mal a ninguém.
Este livro passou muito conhecimento, lá isso passou.
A história é interessante, capaz de chocar algumas mentes menos abertas para o tema mas quem anda a ler este tipo de livros bem que se deve preparar para ficar de boca aberta uma ou outra vez.
Quero ler os restantes da Casa do Prazer (adoro o título!)
Esta será uma opinião que não vai sair deste blog para o Efeitos dos Livros :) de construtiva não tem nada.
O primeiro livro que li do Mr. Sparks e um que gostei imenso pela história.
O filme não fica longe da história original, tem um ou outro detalhe que foi alterado mas está fiel, está bonito, encaixa perfeitamente no que imaginamos.
Sim, o Zac Efron cresceu e com este filme entra no imaginário dos amantes à Nicholas Sparks, o universo dos homens UAU que tem como nº 1 o Noah do Diário da Nossa Paixão.
Vá meninas, vão lá sonhar com o Fuzileiro giro e sensível :)
Faz uns dois anos que conheci a colecção da fitinha da Quinta Essência (como eu lhe chamo....quais romances sensuais, são os livros da fitinha ou do lacinho)
Muito inocentes por fora, uma ordinarice total por dentro mas com muito estilo, tanto que os dois que já tenho sempre causaram muito espanto entre os passageiros que iam ao meu lado no comboio e que decidiam dar um olhinho a uma ou outra frase do livro.
Na minha Biblioteca já constavam estes dois:
mas uma recente troca e oferta de uma amiga, adicionou à minha colecção mais 3 livros:
o que diz que, um dia, só por gostinho, hei-de arranjar os 3 que me faltam e que parecem ser dos primeiros a ter saído embora nunca tenha visto nas livrarias dois deles :(
Sim, esta colecção dá força a uma célebre ideia que outro dia surgiu por aqui
"os homens preferem ver pornografia, as mulheres preferem lê-la"
“We mistake sex for romance. Guys are taught that pushing a girl up
against a wall is romance. Sex is easy; you can do it with anyone,
yourself, with batteries. Romance is when someone you like walks into a
room and they take your breath away. Romance is when two people are
dancing and they fit together perfectly. Romance is when two people are
walking next to each other and all of a sudden they find themselves
holding hands, and they don’t know how that happened.”
- John C. Moffi
acompanhada desta imagem
que me levou ao desafio de abrir o livro que estou a ler e saiu apenas isto:
São raros os dias em que não me sinto impelida a me esconder de pessoas que conheço, para me camuflar no meio da multidão que se acotovela na plataforma da estação só para não ter de falar a alguém do passado, alguém conhecido, com quem me sinto obrigada a trocar um educado cumprimento só porque tem de ser, só porque um dia fomos apresentados ou porque é vizinho da minha mãe e viu-me meia dúzia de vezes.
Sinto-me antisocial em dizer isto mas faço-me de distraída quantas vezes forem precisas para evitar cumprimentos vagos que por vezes dão abertura a conversas de circunstância sobre o tempo, a troika ou "o raio dos comboios que andam sempre atrasados".
Por fazer o meu caminho como uma idiota distraída acabo por não reparar em quem não quer reparar em mim, até hoje, no momento em que, um passado tão recente e em processo de esquecimento, caminha no mesmo sentido que eu. Embora pense que o faz de modo disfarçado percebo que acelera à minha frente num passo que transmite a mesma ideia que eu quando me escondo das pessoas que conheço e que pretendo evitar "se não te vir, não te tenho de falar".
Um sorriso prende-se nos meus lábios, um dos tristes.
Reconhecer o que nos faz mal deve ser um dos primeiros passos para a cura de qualquer que seja a nossa obsessão ou vício. Eu não sei precisar, não sou fã da área de Auto Ajuda mas sempre fui uma mestre na arte de me massacrar com o que me faz mal, com o que me dá a volta à cabeça.
Vejo-o a descer as escadas do metro como se este fosse o ultimo comboio do dia. Sei que aquele andar acelerado, é apenas uma maneira rápida de o cérebro ir contra o que o corpo pede.
Disse-me um dia "tenho o vicio de ti", ri-me, "parece o título de uma música", ele olhou-me tão sério e nesse momento senti que tudo escapou do meu controlo.
Estamos tão perto mas faz semanas que não o vejo. Sei que a minha presença o distrai, sempre distraiu. Sei que quanto menor a distância mais impossível fica de resistir ao impulso de me tocar, de passar a mão no meu cabelo, de me fechar num abraço e quem sabe, num acto de loucura, roubar-me um beijo.
Ambos sabemos o quanto a proximidade pode arruinar os limites impostos, e por vezes, nem a distância que nos esforçamos para manter é suficiente para impedir que, a qualquer momento, se sucedam nas nossas vidas eventos que as destruam por completo.
Parece drástico, mas o desejo isolado da razão tem apenas dois caminhos, o da satisfação pela destruição e o da auto comiseração. Estamos ambos neste última página, a de sentir pena pela situação que criamos, faz quase um ano. O meu namoro de 2 anos e o seu casamento de 5 não combinam com os pensamentos que nos assaltam, nem com a vontade iminente de nos consumirmos quando os nossos olhares se cruzam, os nossos braços se tocam naquela sala minúscula onde mensalmente o Director decide reunir todas a equipas para aquilo que ele chama "um incentivo". Não me recordo de uma única vez que tenha conseguir prestar atenção, pelas vezes que não tiravas os olhos de mim e pelas outras em que não os conseguir desprender de ti.
Saber-te no mesmo edifício já custa, quanto mais na mesma sala que eu, por vezes, por casualidade do destino, exactamente ao meu lado.
Bendita altura em que mudaram a vossa equipa para outro andar, foi-me mais fácil direccionar a minha atenção para o trabalho e agora são raras as vezes que nos vemos ou que temos de falar um com o outro e eu penso que sim, que ajuda, que como diz o outro "incentiva".
Ainda absorta neste pensamento, na recordação do calor da tua pele, vejo-te entrar na carruagem no exacto momento em que a porta se fecha. Sinto que do sorriso, por mais triste que fosse, já nada resta. Fica no olhar o que não posso dizer em voz alta, nas palavras que de qualquer maneira me custam a sair.
No momento em que o metro arranca olhas para mim por uma fracção de segundo. Compreendo no teu olhar o que tenho medo de reconhecer em mim, nos meus pensamentos. Sei que se continuar a olhar para ti, a pequena chama que existe entre nós vai pegar fogo a tudo em seu redor, vai evoluir de uma atracção para algo que não poderemos deixar que aconteça e que se suceder, não iremos querer controlar.
Fechas os olhos e agarraste ao poste como se de uma bóia de salvação se tratasse. E eu fico.
Dizem que tudo passa, e isto sim, um dia esmorece e um por fim passará. Também um dia será passado, e veremos diminuir este vício de ti.
Um acidente de automóvel coloca Paige em coma. Quando ela acorda e revela sofrer de total perda de memória, o seu marido Leo não tem outra alternativa senão empenhar-se para reconquistar o seu coração, pela segunda vez.
Venha quem vier, vá ela onde for, terá sempre uma certeza e uma vez mais confirma-a enquanto caminha pela Avenida abaixo em direcção aos Restauradores. Existem no mundo sítios magníficos, mas nenhum deles é Lisboa. Esta luz, esta paz não existem em mais lado nenhum. Até nem se importa de enfiar os saltos na calçada das poucas vezes que a mania a faz tirar da caixa qualquer par que não seja raso.
Todos os dias caminha um pouco pela cidade e hoje não foi excepção. Saiu mais tarde que o costume, com a chegada do fim do ano é comum a hora de saída nunca ser certa e hoje, uma sexta-feira de Dezembro que já caminha a passos largos para o Natal, não foi excepção.
Haviam paragens quase obrigatórias no caminho para casa, consoante os vícios a que se dedicasse naquele dia. Hoje foi invadida pela nostalgia quando se viu envolvida no fumo das castanhas e no seu inebriante cheiro, apenas reconhecido por um verdadeiro amante (e viciado).
Além de achar a quantia exorbitante, pensou consigo mesmo que era só desta vez e não hesitou, em se dirigir ao sr. que as vendia, afinal também eram quase horas de jantar e ainda tinha de ir inventar qualquer coisa quando chegasse a casa.
No mesmo instante que o senhor acabava de encher um pacote duas mãos esticaram-se em simultâneo na sua direcção. Pelo olhar assustado do vendedor, ambos os clientes estão com "ar de quem ia com muita sede ao pote". No instante em que tomaram consciência da presença um do outro já o vendedor dizia "os senhores é que sabem, é que já só tenho este". Ele amavelmente cedeu, ela orgulhosa nunca iria aceitar, ele insistiu mas acabou por ser a proposta de partilharem e dividirem o custo que seguiu em frente.
Sabia que nunca na vida tinha sugerido tal coisa. Era quase como que se estivesse a fazer aquele perfeito desconhecido utilizando as castanhas como desculpa mas, inicialmente, a sua única motivação era mesmo comer castanhas (e não gostar de dar o braço a torcer).
Apesar do seu ar cuidado, de fato e gabardina, convidou-a a sentar-se num degrau da estação do Rossio para que pudessem apreciar aquele pequeno petisco. Verdade que, dentro de mais 100 metro em qualquer outra esquina da baixa, estaria outro vendedor de castanhas disposto a vender todas as dúzias que tivesse disponíveis mas não existia neles qualquer interesse em procurar mais, queriam apenas sentar-se e apreciar aquele acaso que junta dois desconhecidos que apenas sabiam serem dois amantes de castanhas.
Por entre o remexer do saco, o som crocante da casca e a ocasional pausa para mastigar, surgiram as perguntas clássicas de quem ainda agora aprendeu o nome do outro. O quê, onde e desde quando vai surgindo com naturalidade de quem parece se conhecer de longa data, a conversa fluiu para além do que comem, do que fizeram hoje ou do que planeiam fazer este fim de semana.
Parece estranho mas pelo meio da conversa as castanhas arrefecem à medida que o tempo passa, eles se distraem e a noite se instala.
Rapidamente e com o frio por desculpa, os degraus da estação dão lugar a uma mesa num restaurantes uns metros mais à frente. Ela ainda não cria que ainda há meia hora atrás esta pessoa era um total desconhecido, com quem provavelmente nem nunca se cruzou e agora aqui estavam eles, numa conversa sem fim à vista, a cruzar olhar sob ementas e a decidir que vinho pedir para o jantar.
Se Dezembro decide terminar com estas surpresas, ela agradece. Parece que ainda não tinha pensado no que queria para este natal e a "prenda" à sua frente parecia ser uma boa opção, até porque este ano não se tinha portado nada mal.
-ElsaR
(Tiago Rebelo queimou-me o cérebro, agora escrevo como ele , com o "ele e ela". Pior é que começo razoavelmente bem mas nunca acabo, não sei acabar....)
Hoje disse a alguém que não mostro/digo mais do que 50% do que penso, do que sou, do que consigo magicar nesta cabeça, dos pensamentos sobre X que tenho enquanto falo com Y e que, mesmo para as pessoas que me são mais próximas, ninguém vai a cima dos 70% de conhecimento geral sobre o bicho raro que sou e da teia que habita cá dentro.
Tenho palha nesta cabeça que me deixava inventar, quase que com uma perna às costa, um desses romances de vão de escada, cheio de curvas e contra curvas, amores e desamores, triângulos e quadrados amorosos, ilusões, traições, escárnio e maldizer.
Acho que vou aproveitar as greves desta semana para meter a escrita em dia. Voltar a encaixar na mala o caderninho preto, aquela auxiliar estiloso à le Moleskine (falso, by the way) que tantas vez abriu as suas páginas em auxilio da minha sanidades e necessidade urgente de mandar cá para fora o que me arranhava cá dentro.
A vida dupla que levo, entro o que digo e o que penso, dava um digno bestseller nem que seja dos que se tem na retrete.
talvez também não seja má ideia pensar em procurar ajuda profissional, e não me refiro a prostitutos masculinos.
A romântica em mim por muito escondida que ande, sempre gostou de Shakespeare, de histórias de amor, de filmes românticos, de comédias românticas, de música dedicada ao amor e à respectiva cara metade.
Na altura em que este filme saiu eu, assim como a maioria das miúdas (back in 96) andávamos apaixonadíssimas pelo Mr. DiCarpio. Curiosamente hoje, olho para trás e só me posso rir....96 me didn't know shit....giro giro tá ele agora, vejam o Inception.
Do eternamente lindo e que eu não vejo há mais de 10 anos...
Pensei que não ia entrar muito comigo, não depois do último livro que li mas até estou a gostar imenso.
Plantas em minha casa só tenho uma grande orquídea (em autocolante/ vinil) na parede do quarto, que não morre. Ah e tenho uma viva na cozinha mas quem as mantém vivas é a minha mãe :D
Sinopse:
Pouco depois do divórcio, a publicitária Lila Nova compra a sua primeira planta.
Trata-se de uma exuberante estrelícia e o vendedor é David Exley, um agrossexual rude, que promete fazê-la ver estrelas. Lila fica imediatamente obcecada – pelas plantas e pelo homem que as vende – mas, quando David a inicia no mito das nove plantas do desejo e depois de ela conhecer um homem chamado Armand que diz possuí-las todas, a sua obsessão alcança dimensões inesperadas.
Porque, segundo a lenda, se ela encontrar todas as plantas, verá cada um dos seus desejos mais profundos realizado.
Mas Lila confia em quem não deve e, em breve, ver-se-á envolvida numa aventura inesperada: no coração do Iucatão, sozinha, com uma mochila carregada de guias turísticos e um champô demasiado caro, acabará por desvendar os mistérios da selva – e da sua própria vida.
Confesso, há alguns meses jurava a pés juntos nunca proferir a frase "adorei este livro" ao falar sobre um romance deste género.
Basta olhar para a capa original e penso sempre naqueles livros que a minha mãe lia quando eu era mais nova, os Arlequin Biancas :)
Os livros publicados pela Quinta Essência chegaram-me às mãos através de passatempos, caso contrário, nunca os teria lido. Não é o tipo de livro para o qual eu olho na livraria. (este, na versão portuguesa tem uma capa muito bonita e o laço dá aquele toque divinal).
A história prende-nos, e quando damos por isso, já estamos a meio do livro e a desejar saber como tudo vai acabar. Se os "bons" são recompensados por todas as atrocidades que sofreram e se os "maus" pagam por todas os crimes que cometeram e pelas pessoas que magoaram.
Mais, queremos saber se a personagem principal acaba ou não com o príncipe encantado (que aqui, de início, é tudo menos um encanto de pessoa).
Quase que consigo dizer "este livro dava um filme de época muito giro, que levaria imensas mulheres ao cinema e que se tornaria um grande "blockbuster"".
:) este livro é para:
quem gosta de romances
quem gostar de romances a puxarem para o erótico (aka com cenas de sexo de duas a três páginas!)
quem é uma sentimental e gosta de saber se o "viveram felizes para sempre" se mantém em todas as histórias que lê