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segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Nova Leitura

 tanto se fala das Cinquenta Sombras de Grey que eu finalmente vou ler
já tive muitas expectativas, já tive nenhumas mas tou neutra. 
Venha o que vier, se não gostar, os livros seguem caminho....se gostar, logo se vê.


Acho que ando é a cair num ciclo vicioso de livros eróticos (cheira-me que este é mais hardcore!) e livros de viagens. Acho realmente que encontrei dois temas que me agradam. Será possível de ter tudo no mesmo livro??
:P
se existe algo que se encaixa numa misto destas duas categorias deve ser estranho, bem estranho

terça-feira, 17 de julho de 2012

Ligações Proibidas - Efeito dos Livros

 Editora: Quinta Essência
N.º Páginas: 383
Preço: 15.5€

Sinopse:
Uma solteirona resoluta de vinte e cinco anos, Abigail Weston, está determinada em ver a irmã mais nova casada com um homem Bem. Contudo, a sua falta de experiência com o sexo oposto impede-a de apaziguar os medos da irmã em relação à noute de núpcias ¿ a não ser que se atreva a dar um passo arriscado de forma a aprender o que a intimidade entre um homem e uma mulher implica. No entanto, o único homem em Londres qualificado para ensiná-la, desperta-lhe uma atenção que ela nunca esperou ¿ experimentar todos os suspiros de prazer por si própria... James Stevens ¿ rico, imoral e tremendamente aborrecido com a sociedade londrina ¿ acredita que nada é capaz de chocá-lo. Apesar de o pedido de Abigail pela explicação verbal dos prazeres da carne ser um pouco surpreendente, o que o deixa realmente espantado é a sua reacção poderosa em relação à inocência e beleza dela. Uma química sexual entre eles faz com que surja um êxtase carnal, e nada mais arruinaria para sempre Abigail. Pela primeira vez na vida, James suspeita que o simples contacto físico empalidece o amor verdadeiro...

A minha opinião:
Gosto da causa nobre qu motiva a personagem principal feminina desta história.
Abrilgail, solteirona de 25 anos, completa ingénua sobre os assuntos do foro íntimo, procura em James, conhecido em toda Londres pela sua conduta devassa e despreocupada, a sua fonte de informação para lhe ensinar tudo sobre o que espera na noite de núpcias. Deste modo, pode transmitir a informação à sua irmã mais nova e descansa-la sobre o que deve esperar pós casamento.
Tornam-se cómicas as dúvidas de Abigail, temos de nos relembrar que esta história se passa numa época de Ladys e Lords, em que as senhoras da alta sociedade viviam protegidas (e ignorantes) sob a tutela dos pais e irmãos mais velhos até ao casamento e mesmo depois, passam para a alçada dos maridos, raramente escolhidos para seu agrado mas para satisfazer a família ou fortalecer laços económicos.
Abigail e James são quase instantaneamente atraídos um pelo outro e embarcam numa aventura secreta, que sabemos ser a receita para o desastre.
Gostei da história, penso como seria fazer reset e começar de novo, a aprender tudo do principio (de preferência com um bom professor!). Os diálogos entre eles, especialmente em momentos íntimos são o ponto alto do livro, assim como a família de James, tudo ingrediente para um bom filme, já que a componente do sexo é forte mas não chave neste livro.

Mais um que ato a fitinha no fim da leitura. Já falta pouco para ter a colecção inteira.

"Com que então, não só me tornei uma devassa, como uma bêbada. Tem um efeito fascinante em mim, Mister Stevens"
...
"Alguns maus hábitos nunca fizeram mal a ninguém. Tornam a pessoa mais interessante"


Da mesma autora:
e a minha opinião sobre o mesmo
(que curiosamente mudou imenso em dois anos!!)

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Pela Estrada Fora - Efeito dos Livros

  Editora: Relógio d' Água 
Sim tenho esta edição de 1980 e tal, em segunda mão (ou mais)

 A minha opinião:
Caiu-me no colo. Estava a fazer umas trocas quando tropecei no título numa lista de alguém e pensei "porque não?! já ouvi falar tanto neste livro, talvez seja a minha hora".
Não me enganei!

O livro leva-me a pensar que queremos todos algo de transcendente sem saber realmente o quê, que queremos uma coisa que nem sempre sabemos identificar, mas sabemos que precisamos dela como de ar para respirar.
 Este é um daqueles livros que se ama ou se odeia. Pela escrita, pela história, pelas personagens e pela loucura, a da narrativa ou dos intervenientes. 
Kerouac escreveu "On the Road" a toque de benzedrina e café em apenas 3 semanas, o que realmente se percebe pelo ritmo acelerado e com um travo a loucura que recebi com estranheza no início do livro. Depois entranha-se e vemo-nos intrigados pelas personagens, sim, principalmente pelo Sal Paradise (Alter-ego de Kerouac) e Dean, a loucura em pessoa (inspirado no seu amigo Neal Cassidy).

Temos de ir e não podemos parar até chegarmos lá”, disse, um dia, Neal Cassady. Quando Kerouac lhe perguntou onde iam, respondeu: “Não sei, mas temos de ir até chegarmos lá.”

De nada me serve falar sobre a história, apenas digo que este livro agrada a todos os amantes de viagens, da divagação, da loucura de querer chegar a qualquer sítio, mesmo sem saber o destino.
Não é livro para todos, haverá com certeza gente que o odeia porque não o entende, acha-o uma confusão de ideias e momentos, até o deve achar uma tremenda seca.
Acima de tudo, dá-me vontade de agarrar na mala e partir. Quem nunca pensou, depois de tantos filmes sobre o género, de pegar na mala e no carro e partir pela estrada fora? Quem é que não tem na "wildest bucket list" atravessar os Estados Unidos de costa a costa? Era ter oportunidade e eu fazia-o!

"As únicas pessoas que me interessam são as loucas, aquelas que são loucas por viver, loucas por falar, loucas por serem salvas; as que desejam tudo ao mesmo tempo. As que nunca bocejam ou dizem algo desinteressante, mas que queimam e brilham, brilham, brilham como luminosos fogos de artifícios cruzando o céu.”
Jack Kerouac

Já agora, faço o serviço público de informar que o filme baseado no livro estreia brevemente nos cinemas.
Fica aqui o Trailer
Infelizmente tem a Kristen Stewart com uma das personagens o que, para mim, estranha logo tudo mas como até sou boa rapariga, tenho de lhe dar a mão à palmatória
Confesso que estou com imensa curiosidade porque o elenco é fantástico e epah, eu gosto de filmes que me inspirem e que me digam "go girl, faz-te à vida"
:D
fica a dica, o livro óptimo, o filme ainda não tem data de estreia.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Minha Besta - Efeitos dos Livros

Edições Gailivro


Sinopse
C. Thomas Flood, 19 anos, tem um problema. Ele dormiu com a sua incrivelmente sexy namorada, Jody. Acontece que ela é um vampiro. E agora, ele também é um.
Se está à procura de uma história no típico cenário de São Francisco, com sexo quente entre vampiros (semelhante a sexo escaldante entre macacos, mas mais quente ainda), gatos gigantescos barbeados, princesas do Cheddar de Fond du Lac e grandes jogadores de bowling com perus congelados, não procure mais… pois acabou de encontrar Minha Besta

A minha opinião:
o primeiro livro que li do Christopher Moore fez-me rir que nem uma louca e achei que todos iam ser assim. Tinha acabado de sair de um livro de cariz sexual para entrar numa comédia mordaz sobre dois recém vampiros, nos seus vinte anos repletos de muita inexperiência, desejo e gente estranha à sua volta, e digamos que a troca foi estranha porque o livro não tem assim tanta piada como se diz.

Pensei em deixar de o ler e pegar nele quando estivesse predisposta a aceitar a história, as personagens e até as piadas que são sempre óptimas, principalmente os insultos.
No entanto, para grande surpresa minha, apanhei o ritmo já para meio do livro e não desisti enquanto não o acabei.
É o estilo dele, não agrada a toda a gente mas não deixa de ser um dos meus escritórios preferidos.

Que venham mais livros!!

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Aquisições à biblioteca

O Lado Selvagem de Jon Krakauer

e comprado ontem, que só irá chegar na semana que vem 
A Trilogia de E. L. James - Fifty Shades (As cinquenta sombras de Grey)
e vem já os 3 livros que é para não ter de esperar porque sei que vou gostar disto..à brava!!
e estão a ser preparadas, faz tempos, as criticas aos seguintes livros:
- Escravos do Amor de Kate Pearce
- Minha Besta de Christopher Moore
e tenho outra para a lista, que terminei hoje no comboio da manhã:
- Pela Estrada Fora de Jack Kerouac

ando com uma lista de livros bem diferentes uns dos outros. E hoje comecei a ler Ligações Proibidas da Cheryl Holt
Que salganhada! 

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Beber, Jogar, F*der de Andrew Gottlieb


Sinopse:
O que é que um homem pode fazer quando oito anos de um casamento sólido e feliz culminam num divórcio amargo e litigioso? Como é que um homem assim pode redescobrir a sua virilidade, depois de anos de serões culturais, workshops de culinária e tardes de fim-de-semana passados às compras com a mulher? Só há uma solução: Beber, jogar e… bom, divertir-se o mais possível. Bob Sullivan era um marido fiel e dedicado até ter sido bruscamente abandonado pela mulher. Farto de ser o bom da fita, Bob decide gastar o dinheiro que lhe sobra (entre as contas do advogado e a pensão de alimentos) a viajar pelo mundo, a divertir-se e a dar cabo de alguns neurónios. Deixa a sua casa em Nova Iorque para ir beber até cair para o lado, na Irlanda, jogar dia e noite nos melhores (e piores!) casinos, em Las Vegas, e deliciar-se com os prazeres (não culinários) da carne na Tailândia. Depois de uma vida inteira a ser responsável, seguro e previsível, Bob decide entregar-se às suas fantasias mais loucas. Afinal, qual de nós nunca sonhou entrar num concurso de atirar facas à porta de um pub em Dublin? E o que poderá ser mais excitante do que ganhar uma fortuna num jogo de cartas para a perder logo a seguir com uma aposta completamente descabida num jogo de futebol? E quem sabe que prazeres se poderão desvendar numa cabana tropical nas profundezas de uma floresta tailandesa? Beber, Jogar, F*der é uma narrativa surpreendente, cheia de humor e deveras inspiradora, que revela como as mais profundas transformações espirituais também podem advir de comportamentos menos espirituais!

A minha opinião:
Mediocre foi a minha primeira análise do livro ainda não estava a meio. Confesso que tive de parar e pensar que este não é o "comer, orar e amar", não é um livro (supostamente) para ser levado a sério, no entanto, é sobre um assunto tão real que prometi a mim mesma que o ia ler todo e tirar uma conclusão decente na história. Consegui, coloquei de parte a ideia inicial de que este livro era uma versão masculina do outro que tantas copias vendeu e decidi aprecia-lo como uma decisão que qualquer um de nós poderia fazer, embora nem toda a gente se interesse com tanto afinco por bebida, jogo e sexo. Via-me bem a fazer uma viagem assim, oh se via, digo se a minha vida se apresentasse nas mesmas condições que a dele.
Talvez esteja tão habituada a ler livros do ponto de vista feminino que me esqueço como os homens conseguem ser concisos nos seus pensamentos e embora estejam a falar do mesmo assunto durante páginas conseguem lá meter mais conteúdo do que nós mulheres, que divagamos sobre um assunto e temos vezes que nunca chegamos a lado nenhum.

"Beber, Jogar e F*der" (confesso que adorei andar com o livro pelos transportes públicos a chocar pessoas), é o resultado da aventura e da libertação de um homem, que após anos de escravidão a uma relação que parecia perfeita e de total omissão dos seus gostos e vontades a favor das da companheira, se vê deixado pela mesma mulher, que afinal achava que ele era o problema.

Uma viagem pelos bares da Irlanda, pelos Casinos de Las Vegas e pelos dias e noites de sexo na Tailândia. Para uma mulher, este é apenas mais um livro engraçado, para um homem talvez seja uma bíblia. Com certeza uma prenda ideal para os amigos solteiros, casados ou divorciados, mas acima de tudo, para amigos com sentido de humor, não vá algum maluco levar o livro a sério e embarcar numa viagem destas.

Não posso colocar uma frase preferida por isso:
“Este livro nunca foi escolha da Oprah!” 
a prova esta logo na capa

e eu continuo a achar que faria tudo, do "comer, orar e amar" e o do "beber, jogar e f*der", num único país....na Itália, embora jogar e orar sejam coisas que eu não faço, mas ok.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Efeitos dos Livros - A Mulher do Viajante no Tempo

P.V.P.: 20,19 €
Coleção: Grandes Narrativas
Nº na Coleção: 262
 
Sinopse:
Audrey Niffenegger estreia-se na ficção com um primeiro romance prodigioso. Revelando uma concepção inovadora do fenómeno da viagem temporal, cria um enredo arrebatador, que alia a riqueza emocional a um apurado sentido do suspense. Este livro é, antes de mais, uma celebração do poder do amor sobre a tirania inflexível do tempo, que para Henry assume contornos estranhamente inusitados - Cronos preparou-lhe uma armadilha caprichosa que o faz viajar a seu bel-prazer para uma data e um local inesperados. Uma obra inesquecível, que retrata a luta pela sobrevivência do amor no oceano alteroso do tempo.
É uma história de amor notável, uma que atravessa os anos e todas as barreiras do tempo. É triste pensar que enquanto muitos de nós passamos o dia a desejar estar noutro lugar, Henry deseja exactamente onde está para aproveita todos os momento do presente com Clare.

A minha opinião:
Comprei este livro no Verão de 2010, pouco tempo depois de ter visto o filme e desde então, tem vindo a ser ultrapassado por aquisições mais recentes ou que me suscitavam mais interesse. 
Quando finalmente decidi ler o livro já o fim mas também sei, e raramente essa ideia me falha, O LIVRO É SEMPRE MELHOR QUE O FILME.
Este não é excepção mas ainda bem que deixei passar muito tempo entre ver o filme e leitura do livro. Sei que o apreciei muito mais agora que já me tinha esquecido dos detalhes da história.
Saber quem são as personagens permite-nos visualizar os acontecimento com mais clareza e reclamar quando são omitidos uns quantos detalhes que nos agradaram tanto.

Dei por mim, em quase todas as datas a voltar para a da anterior para ver onde me situava cronologicamente. Henry tem azar, sei que este livro faz toda a gente pensar "e se fosse possível viajar no tempo? iríamos mudar alguma coisa ou deixar exactamente tudo acontecer como previsto? iríamos trazer os números do euro milhões do futuro? iríamos querer saber quando iriamos querer saber a data em que morremos em que morrem os que mais amamos?"....eu acho que não, que não iria querer saber nada, nem voltar atrás. Saber algo, passado ou futuro, que sabemos que vai mesmo acontecer e não podemos alterar apenas nós iria consumir ainda mais. Por isso digo, Henry tem azar. Tem sorte apenas numa única coisa, a certeza de que Clare é a mulher da sua vida mesmo sem nunca a ter visto antes.

Agora, vou rever o filme e provavelmente chorar como uma madalenazita arrependida no final.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Quando uma coisa leva a outra

Encontrei esta citação:
“We mistake sex for romance. Guys are taught that pushing a girl up against a wall is romance. Sex is easy; you can do it with anyone, yourself, with batteries. Romance is when someone you like walks into a room and they take your breath away. Romance is when two people are dancing and they fit together perfectly. Romance is when two people are walking next to each other and all of a sudden they find themselves holding hands, and they don’t know how that happened.”

- John C. Moffi

acompanhada desta imagem
que me levou ao desafio de abrir o livro que estou a ler e saiu apenas isto:
"O ar condicionado torna a atmosfera húmida" 
pág. 45, 1º frase - A Mulher do Viajante no Tempo

(vou ter isso em conta para a próxima!)

terça-feira, 15 de maio de 2012

Razões para ler

 
“What you are is a complicated girl with simple needs. You need your books and time to read, and you need a few friends and you need someone-not to take care of you, but to care for you. If you have all those things, you’ll always be alright.”

- Brian Morton, “Breakable You”

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Começei a ler....

terminei um livro que estava na estante desde 2006/2007 talvez e agora passei para um que lá anda desde Agosto de 2010
agora que esqueci o filme, vou ler o livro.

 
mais logo preparo o post sobre o último livro e como requer banda sonora, demora sempre mais um pouco.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Adeus Querido Livro

Estou a preparar uns livros que tenho para troca, para dar....
uns que já li e valem a pena soltar 
outra que li e honestmanete não os quero na prateleira por variadas razões
outros que sei nunca ir ler
e uns porque sei que vão interessar a outros que não euzinha

no entanto, não podia deixar ir um deles sem deixar aqui o que sublinhei

"Era uma vez, relata Aristófanes, um tempo em que havia deuses nos céus e humanos na terra. Mas nós, humanos, não tínhamos o aspecto que temos hoje. Em vez disso, tínhamos duas cabeças, quatro pernas e quatro braços cada um – por outras palavras, éramos uma fusão de duas pessoas juntas, unidas num só ser de forma homogénea. (…) Uma vez que tínhamos o companheiro perfeito costurado no próprio tecido do nosso ser, estávamos todos felizes. Assim, todos nós, criaturas de duas cabeças, oito membros e perfeitamente satisfeitas, movíamo-nos pela Terra mais ou menos da mesma forma que os planetas viajam pelos céus – sonhadoramente, ordeiramente, suavemente.
Não nos faltava nada; não tínhamos necessidades impróprias; não desejavamos ninguém. Não havia briga nem caos. Estávamos completos.
Mas, na nossa completude, tornámo-nos excessivamente orgulhosos. No nosso orgulho, descurámos a adoração dos deuses. O poderoso Zeus castigou-nos por essa incúria, cortando ao meio todos os humanos de duas cabeças, oito membros e perfeitamente satisfeitos, criando assim um mundo de criaturas infelizes e cruelmente separadas, com uma cabeça, dois braços e duas pernas.

Nesse momento de amputação em massa, Zeus infligiu à Humanidade a mais dolorosa das condições humanas: a sensação opressiva e constante de que não estamos completos. Daí em diante, os humanos nasceriam com a sensação que lhes faltava uma parte – uma metade perdida, que amamos quase mais do que a nós próprios – e de que essa parte em falta andava por aí, algures, às voltas pelo universo,  na forma de outra pessoa. Também nascíamos a acreditar que se procurássemos com persistência suficiente, poderíamos encontrar um dia essa metade desaparecida, essa outra alma.
Através da união com o outro, voltaríamos a completar a nossa forma original, para nunca mais voltar a sentir solidão. Esta é a singular fantasia da intimidade humana: que um dia, um mais um será, de alguma forma, igual a um”
(calma, não sublinhei...anotei só!)
 
"Aristófanes presumia que Zeus tinha dado aos humanos o domo do orgasmo por piedade, especificamente para que nos pudéssemos sentir temporariamente fundidos novamente, e não morrêssemos de depressão ou desespero"

"às vezes, a vida é demasiado difícil para estar sozinho, e às vezes, a vida é demasiado boa para estar sozinho"

"Tal como a maior parte de nós, esta mulher contém multidões"


O Comer Orar e Amar ainda me deu um empurrão para uma viagem a Roma, só e bem acompanhada
mas este nem por isso, por isso, até à vista

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Não os contei, a sério!

andei a arrumar os livros que tenho, não muito mas são muitos mais do que os que tinha quando me mudei (que cabiam na mala de viagem!)
lá os organizei, as sagas, os que já foram lidos e os que faltam ler....


(eu e aquela minha velha frase "enquanto não ler os que tenho, não compro novos" ahahah)
Pois comecei a ler um que comprei ao calhas. A autora é Elsa e fala sobre Tango, acho que merece a minha atenção.

Tango de Elsa Osório
 
Sinopse
No La Latina, em pleno centro de Paris, um tango junta o destino de Ana e Luis. Ana é francesa e ama o tango com a mesma paixão com que rejeita o país do seu pai: a Argentina. Luis é natural de Buenos Aires e Paris é a sua última aposta para sair de uma profunda crise económica e criativa. O projecto de um filme sobre o tango, realizado por Luis e em que Ana participará, vai ligá-los a partir desse momento de um modo irreversível. Tango recria a história de uma cidade e de uma música através da saga de duas famílias que se encontram nos extremos da escala social: um cocktail explosivo de amores, lutas, alegrias e traições, e uma dança perigosa e sensual que os une num abraço.


Elsa Osorio escreveu um fascinante e admirável romance de múltiplas vozes, que percorre a história do tango e a história da sociedade argentina: as famílias tradicionais, as lutas e as reivindicações operárias, a imigração e a sua contribuição para a identidade nacional.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

What is dead may never die

but rises again, harder and stronger 

é tão bom ver o que lemos ganhar vida no ecran 
bom, bom muito bom
Game of Thrones
brutal
venha o próximo!

domingo, 15 de abril de 2012

Um mar de livros


"Writers aren’t exactly people… They’re a whole bunch of people trying to be one.

—     F. Scott Fitzgerald

assim como os leitores, que são compostos por bocados dispersos num todo misturado e remisturado.
Que ganha novas perspectivas, novos sonhos e até medos em cada livro que adicionam à prateleira dos livros que já leram.
Porque não se deve deixar passar em branco os bons momentos que vivemos com cada exemplar que nos acompanhou durante a nossa leitura, achei por bem retomar os meus posts sobre os livros lidos cá de casa.
Quando me mudei para a minha casa tinha uma mini mini colecção (se é que lhe podemos chamar isso) que cabia numa mala de viagem. Hoje, digamos que 4 prateleiras não me chegam, e algumas já com dupla fila. Até é pouco comparado com muitas pessoas que conheço mas apenas uma pequena percentagem aqui não foi comprada, e epah, digamos que o dinheiro não chega para tudo.

Por isso, os posts a publicar vão ser igualmente escarrapachados no Efeito dos Livros.
E os próximos são:
e
last but not least
TODA 
MAS TODA A MAGNIFICAMENTE BRUTALERRIMA SAGA 
embora em Portugal ainda se vá a meio da saga
aqui em casa já se lê o 20º
e os outros para trás, bem, estão a olhar para mim ali da prateleira. Em Português só tenho os 3 primeiros depois não consegui esperar pela tradução :)
mas valem todos a espera, todos mesmo!!
:)