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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Efeitos dos Livros - A Mulher do Viajante no Tempo
P.V.P.: 20,19 €
Coleção: Grandes Narrativas
Nº na Coleção: 262
Sinopse:
Audrey Niffenegger estreia-se na ficção com um primeiro
romance prodigioso. Revelando uma concepção inovadora do fenómeno da
viagem temporal, cria um enredo arrebatador, que alia a riqueza
emocional a um apurado sentido do suspense. Este livro é, antes
de mais, uma celebração do poder do amor sobre a tirania inflexível do
tempo, que para Henry assume contornos estranhamente inusitados - Cronos
preparou-lhe uma armadilha caprichosa que o faz viajar a seu bel-prazer
para uma data e um local inesperados. Uma obra inesquecível, que
retrata a luta pela sobrevivência do amor no oceano alteroso do tempo.
É uma história de amor notável, uma que atravessa os anos e todas as barreiras do tempo. É triste pensar que enquanto muitos de nós passamos o dia a desejar estar noutro lugar, Henry deseja exactamente onde está para aproveita todos os momento do presente com Clare.
A minha opinião:
Comprei este livro no Verão de 2010, pouco tempo depois de ter visto o filme e desde então, tem vindo a ser ultrapassado por aquisições mais recentes ou que me suscitavam mais interesse.
Quando finalmente decidi ler o livro já o fim mas também sei, e raramente essa ideia me falha, O LIVRO É SEMPRE MELHOR QUE O FILME.
Este não é excepção mas ainda bem que deixei passar muito tempo entre ver o filme e leitura do livro. Sei que o apreciei muito mais agora que já me tinha esquecido dos detalhes da história.
Saber quem são as personagens permite-nos visualizar os acontecimento com mais clareza e reclamar quando são omitidos uns quantos detalhes que nos agradaram tanto.
Dei por mim, em quase todas as datas a voltar para a da anterior para ver onde me situava cronologicamente. Henry tem azar, sei que este livro faz toda a gente pensar "e se fosse possível viajar no tempo? iríamos mudar alguma coisa ou deixar exactamente tudo acontecer como previsto? iríamos trazer os números do euro milhões do futuro? iríamos querer saber quando iriamos querer saber a data em que morremos em que morrem os que mais amamos?"....eu acho que não, que não iria querer saber nada, nem voltar atrás. Saber algo, passado ou futuro, que sabemos que vai mesmo acontecer e não podemos alterar apenas nós iria consumir ainda mais. Por isso digo, Henry tem azar. Tem sorte apenas numa única coisa, a certeza de que Clare é a mulher da sua vida mesmo sem nunca a ter visto antes.
Agora, vou rever o filme e provavelmente chorar como uma madalenazita arrependida no final.
terça-feira, 10 de abril de 2012
Os Jogos da Fome, Em Chamas e A Revolta



Como colocar em palavras a minha opinião e os sentimentos que me assaltaram ao ler esta trilogia?
Não sei se tenho idade para este tipo de coisas, acho que devia começar a ler "livros de gente crescida". Sei que devia ler livros sem que estes me afectassem mas por vezes isso não é possível. Não quando nos identificamos com uma personagem e nos revemos no seu turbilhão mental. Nem mesmo quando o livro nos revolta somos capazes de parar de ler e abandonar o livro à sua sorte. Não até saber o fim, não sem confirmar que a nossa personagem preferida deixa de sofrer e volta finalmente a sorrir, ou se morre, e acaba-se o seu sofrimento e nosso. Não, a minha personagem preferida não é a Katniss, com a sua trança e teimosia bem intencionada mas tantas vezes destruidora. A minha personagem é o Peeta, o dos livros não o do filme, o miúdo do pão, o dente-de-leão na primavera, logo desde as suas primeiras cenas.
Os primeiros 2 livros, que li em 10 dias (no trajecto casa-trabalho), até duraram muito em comparação com o último que devorei em 7/8horas no espaço de dois dias e pouco, mas que me pareceram uma eternidade.
Os 3 livros, a trilogia (que eu teimo em chamar triOlogia)....como os classificar?! como falar deles sem dizer o que se passa, sem vos contar a história!?
O primeiro, os Jogos da Fome, é a novidade, o "entra no nosso mundo, conhece a nossa dor e torce pela nossa causa", é o armadilhar de uma bomba que pensamos perder o rastilho nas últimas páginas deixando-nos seguros por algum tempo mas sem saber o que esperar do segundo, Em Chamas. Mal começamos a ler somos abalados por uma explosão de conhecimento, de descrença na má sorte das personagens e pior, conhecemos mais gente que nos agrada, que nos faz rir e que começamos a visualizar na nossa cabeça (Finnick e a Johanna u rule!) mas tememos só vir a ser carne para canhão.
O fim do segundo e a entrada violenta no terceiro, A Revolta (The Mockingjay, que bela tradução!), só nos deixa sem rumo e possibilidade de fechar o livro durante as suas 280 páginas. Creio que é neste que as opiniões sobre a trilogia se dividem, mas para mim, este livro foi um turbilhão de sentimentos e explosões que acabam connosco e com as personagens que aprendemos a gostar ao longo dos 3 livros e por vezes após uma única fala.
Se procuram livros que vos prendam, vos amassem, vos façam chorar e ainda querer mais, assim quase com uma paixão ardente condenada desde o primeiro beijo, então creio que os encontraram.
Se forem como eu, facilmente desligada do planeta em que vivo quando estou a ler, esta trilogia vai-vos sacudir, vai fazer com que não consigam descansar até ler a última frase, tudo para saber se podem chorar ou sorrir, ou as duas coisas ao mesmo tempo (que é o que me aconteceu a mim).
Aqui acho que não há bem um meio termo, aqui ou se ama ou se odeia. Se é para ficar "assim assim", então não é nada. Então existem duas soluções, fazer reboot e reler os 3 livros ou vender os 3 livros semi-novos no Coisas por 30€.
Pois com toda a certeza, alguém os vai comprar, estimá-los, lê-los, sublinha-los e sorrir para eles quando os vir na estante. Se não te afectou, passa a droga a outro, há quem precise da companhia de uma multidão enfiada num livro, e estes, além de conterem uma nação, têm um montanha russa de emoções para distribuir ao longo das suas centenas de páginas.
Os meus, dobrados em dezenas de cantos, sublinhados no que mais me tocou pelo bem e pelo mal, encontram-se agora devidamente assinados e guardados no meio dos que mais companhia me fizeram.
E quanto ao filme, que hoje sei deixar muito a dever à história, já passa na minha casa. Porque o segundo, sai para me atormentar em Novembro....de 2013. :) E o que fazemos até lá.....Esperamos!
(eu nunca direi mas uma parte de mim vive aqui)
domingo, 15 de janeiro de 2012
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
domingo, 7 de agosto de 2011
Na onda de....
Filmes de gaja
acho que o problema foi ter visto o Pretty Woman ontem
(ai a quantidade de homens que eu conheço que gostam desse filme!) :P
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Tenho de rever este filme
sim, sim é o Johnny Depp.
Back in 1990
Cry Baby
o quanto me ri com este filme já há bastante tempo
tenho de reencontrar esta pérola
enjoy
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Oh Phantom
andei tão viciada neste filme
sentava o rabo da mesa da cozinha e ficava em frente à tv maravilhada
são poucas as coisas que me arrepiaram
esta é uma delas, digo The Phantom of The Opera ao vivo
Ohh a voz do Ramin.....que voz!!
The Phantom: Say you’ll share with me one love, one lifetime. Lead me, save me from my solitude. Say you’ll want me with you here beside you. Anywhere you go, let me go too. Christine, that’s all I ask of..
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
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