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terça-feira, 13 de novembro de 2012

A minha vai para o porão


"Mas Lily, toda a gente tem um passado"
"Eu sei"
"E as pessoas que não o têm não são suficientemente interessantes para nos preocuparmos com elas."

Incertezas do Coração de Maggie O'Farrell
(um livinho nada de especial até agora!)

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Efeitos dos Livros - A Mulher do Viajante no Tempo

P.V.P.: 20,19 €
Coleção: Grandes Narrativas
Nº na Coleção: 262
 
Sinopse:
Audrey Niffenegger estreia-se na ficção com um primeiro romance prodigioso. Revelando uma concepção inovadora do fenómeno da viagem temporal, cria um enredo arrebatador, que alia a riqueza emocional a um apurado sentido do suspense. Este livro é, antes de mais, uma celebração do poder do amor sobre a tirania inflexível do tempo, que para Henry assume contornos estranhamente inusitados - Cronos preparou-lhe uma armadilha caprichosa que o faz viajar a seu bel-prazer para uma data e um local inesperados. Uma obra inesquecível, que retrata a luta pela sobrevivência do amor no oceano alteroso do tempo.
É uma história de amor notável, uma que atravessa os anos e todas as barreiras do tempo. É triste pensar que enquanto muitos de nós passamos o dia a desejar estar noutro lugar, Henry deseja exactamente onde está para aproveita todos os momento do presente com Clare.

A minha opinião:
Comprei este livro no Verão de 2010, pouco tempo depois de ter visto o filme e desde então, tem vindo a ser ultrapassado por aquisições mais recentes ou que me suscitavam mais interesse. 
Quando finalmente decidi ler o livro já o fim mas também sei, e raramente essa ideia me falha, O LIVRO É SEMPRE MELHOR QUE O FILME.
Este não é excepção mas ainda bem que deixei passar muito tempo entre ver o filme e leitura do livro. Sei que o apreciei muito mais agora que já me tinha esquecido dos detalhes da história.
Saber quem são as personagens permite-nos visualizar os acontecimento com mais clareza e reclamar quando são omitidos uns quantos detalhes que nos agradaram tanto.

Dei por mim, em quase todas as datas a voltar para a da anterior para ver onde me situava cronologicamente. Henry tem azar, sei que este livro faz toda a gente pensar "e se fosse possível viajar no tempo? iríamos mudar alguma coisa ou deixar exactamente tudo acontecer como previsto? iríamos trazer os números do euro milhões do futuro? iríamos querer saber quando iriamos querer saber a data em que morremos em que morrem os que mais amamos?"....eu acho que não, que não iria querer saber nada, nem voltar atrás. Saber algo, passado ou futuro, que sabemos que vai mesmo acontecer e não podemos alterar apenas nós iria consumir ainda mais. Por isso digo, Henry tem azar. Tem sorte apenas numa única coisa, a certeza de que Clare é a mulher da sua vida mesmo sem nunca a ter visto antes.

Agora, vou rever o filme e provavelmente chorar como uma madalenazita arrependida no final.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Começei a ler....

terminei um livro que estava na estante desde 2006/2007 talvez e agora passei para um que lá anda desde Agosto de 2010
agora que esqueci o filme, vou ler o livro.

 
mais logo preparo o post sobre o último livro e como requer banda sonora, demora sempre mais um pouco.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Ultima aquisição à biblioteca

Sinopse: 
Ambrose Zephyr descobre de repente que o tempo se está a esgotar quando o médico anuncia que, devido a uma misteriosa doença, lhe resta um mês de vida. Por isso, ele e a mulher, Zappora Ashkenazi, decidem viajar para todos os sítios de que ele mais gostou ou que mais queria ver, de A a Z, começando por Amesterdão. Em Istambul, porém, Ambrose e Zappora dão ao resto do percurso um rumo inesperado, ao fazerem as pazes com o tempo perdido e as muitas perguntas deixadas para trás… O Fim do Alfabeto é uma história mágica, evocativa e inesquecível que nos leva numa viagem espiritual até às profundezas do amor, da perda e da vida. 

Citações
  • «Apesar de este romance poder ser lido em menos de duas horas, será recordado pelos leitores durante semanas, meses ou anos.» | Kirkus Reviews starred review
  • «Um livro de estreia terno e triste… A admiração de Richardson pelos 26 blocos em que assenta a língua inglesa atravessa todo o texto. As letras têm peso, ímpeto e vigor. Espreitam em momentos de viragem em lojas de antiguidades e exibem tonalidades visuais em aliteração. Transformam as 120 páginas deste pequeno livro num bilhete de despedida manchado de lágrimas e numa comovente carta de amor.» | Los Angeles Times

5.99€ na Editorial Presença - Promoção da Semana (passada!)