quinta-feira, 24 de junho de 2010

Comer, Orar e Amar de Elizabeth Gilbert

primeiro quero agradecer à Silvia pelo empréstimo. Acho que devia ter comprado um para mim, agora estaria cheio de anotações, cantos dobrados, pequenos bilhetinhos e post-its.
Controlei-me ao máximo para não fazer ao teu livro o que habitualmente faço aos meus.
SIM, eu dobro cantos, eu vinco lombadas.....cada livro é uma história, com cada um deles fiz uma jornada, partilhei risos e lágrimas e porque raio, eles devem manter um ar intacto como se tivessem saído da livraria?

Eu gosto dos livros usados, gosto de coisas sublinhadas, de comentários, de cantos comidos, de lombadas dobradas, de marcadores com mensagens, TUDO....tudo que mostre que aquele livro já fez parte das nossas vidas e de todas as pessoas que o leram.

Este livro seria o exemplar ideal para isto.

deixem-me ir buscar a sinopse

Aos 34 anos, Elizabeth Gilbert, escritora premiada e destemida jornalista da GQ e da SPIN, descobre que afinal não quer ser mãe nem viver com o marido numa casa formidável nos subúrbios de Nova Iorque e parte sozinha numa viagem de 12 meses com três destinos marcados: o prazer na Itália, o rigor ascético na Índia, o verdadeiro amor na Indonésia. Irreverente, espirituosa, senhora de um coloquialismo exuberante, Elizabeth não abandona um minuto a sua auto-ironia e conta-nos tudo acerca desta fuga desesperada ao sonho americano que começou no momento em que encontrou Deus.


Quando fez 30 anos, Elizabeth Gilbert tinha tudo o que uma mulher americana formada e ambiciosa podia querer: um marido, uma casa, uma carreira de sucesso. Mas em vez de estar feliz e preenchida, sentia-se confusa e assustada. Depois de um divórcio infernal e de uma história de amor fulminante acabada em desgraça, Gilbert tomou uma decisão determinante: abdicar de tudo, despedir-se do emprego e passar um ano a viajar sozinha. "Comer na Itália, Orar na Índia e Amar na Indonésia" é uma micro-autobiografia desse ano.


O projecto de Elizabeth Gilbert era visitar três lugares onde pudesse desenvolver um aspecto particular da sua natureza no contexto de uma cultura que tradicionalmente se destacasse por fazê-lo bem. Em Roma, estudou a arte do prazer, aprendeu a falar Italiano e engordou os 23 kilos mais felizes da sua existência. Reservou a Índia para praticar a arte da devoção. Com a ajuda de um guru nativo e de um cowboy do Texas surpreendentemente sábio, Elizabeth empenhou-se em quatro meses de exploração espiritual ininterrupta. Em Bali, aprendeu a equilibrar o prazer sensual e a transcendência divina. Tornou-se aluna de um feiticeiro nonagenário e apaixonou-se da melhor maneira possível - inesperadamente.


Read more: http://www.portaldaliteratura.com/livros.php?livro=4404#ixzz0rikvcnsC

E é assim,
começamos com alguém que está completamente danificada e vê nesta viagem a cura de que tanto precisa.
Na minha opinião, a parte de Itália é a melhor mas eu sou suspeita porque quero ir a Roma....ONTEM!
A India remete mais à espiritualidade, à meditação, yoga....custa a ler mas faz-se bem pelos comentários óptimos de uma das personagens e muitos da própria escritora. O desejo que acabe a parte do meio, aparece porque sabemos que algo interessante vai acontecer em Bali.
A parte de Bali é óptima, e eu dei por mim, durante o livro todo, a pensar....melhor, a visualizar todas as cenas.
Não ajuda o meu poder de visualização o facto de já estar o filme ai a sair dentro de umas semanas :)

Antes de vos mostrar o trailer (Que já publiquei aqui há umas 2 ou 3 semanas!) devo dizer:
Cada um tira a lição que quer e o livro ensina umas quantas.

e quando estrear.....eu vou lá estar :D

espero que o Javier Bardem não me lixe a personagem. Javier sff!

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