" Mas nada nos vale. O amor devia ter um clube privado onde teriam acesso apenas e só as pessoas que estavam interessadas em obtê-lo. Chegávamos á porta, mostrávamos o cartão de cliente e já lá dentro, se o quiséssemos ter mais de perto, pediamos uma espécie de table dance sem ninguém ver.Os brasileiros têm uma expressão que diz assim : “ O amor dançou!”. E eu não tenho dúvidas que se referem a isto."
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